
Por Rapatão
3 de agosto de 2008 - 12:14
Você se considera alguém que consome muito álcool e não apresentar sintoma de bebedeira? Consome 9 taças de vinho (isso me dá dor de cabeça) e se mantem estável? E se eu lhe disser que um roedor com menos de 50 gramas bebe mais que isso e não fica nem um pouquinho bêbado?
Com nome pra lá de estranho (mas não tão estranho se comparar com os demais nomes científicos) o musaranho-arborícola é altamente resistente ao álcool.
Além do nome, sua aparência não é algo assim tão agradável e ao menos pra mim, é a primeira vez que vejo um mamífero com uma pena no rabo, não devemos considerar aqueles que vemos nas avenidas à noite e nem no carnaval, se bem que esses outros também não tem pena no rabo e nem pena DO rabo, mas enfim.
Caso você se considere um beberrão, dê uma lida nesse trecho com atenção:
“Musaranhos-arborícolas tomam doses de álcool capazes de intoxicar humanos”, disseram os cientistas na publicação científica “Proceedings of the National Academy of Science”.
“O consumo de álcool por esses animais atinge níveis que seriam perigosos para outros mamíferos.”
Com esse “achado” os cientistas esperam entender melhor os hábitos humanos, pois consideram esse animal um ancestral dos antigos primatas que teriam vivido a 55 milhões de anos.
“Por serem semelhantes a um ancestral dos primatas, esses animais podem ajudar a elucidar uso e abuso de álcool pelos humanos”, disseram os especialistas.
Ou eu sou muito burro, ou não consigo realmente entender como eles iriam comparar um roedor desses e seus hábitos com os de humanos, mas vai saber, tem tantas coisas que não fazem sentido para mim no inicio, mas que no final tornam-se algo até que com fundamentos. Só resta esperar pra ver o que vai acontecer com essas coisinhas aí.
Fonte: Folha Online
Tags: álcool, bebida, cientistas, humanos, pena, rabo, roedor
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Por Rapatão
23 de julho de 2008 - 22:56
Começa a ser liberado o acesso ao Knol: a unit of knowledge, como Beta (não que eu não esperasse por esse Beta).
Caso alguém não saiba, Knol é o nome dado pela Google em seu mais novo? projeto, que visa criar um espécie de Wikipedia, onde seus colaboradores e consequentemente a própria Google obterá lucros. Interessou? http://knol.google.com/
Particularmente, acredito que essa possibilidade de obtenção de lucros, faça com que uma maior quantidade de textos surjam e uma quantidade de tempo relativamente pequena. Logicamente que acredito pelo fato de ser possível obter lucros com os textos escritos lá, o que de certa forma poderia transformar a enciclopédia da Google em uma forma de obter um lucro extra e em alguns casos expor seu conhecimento.
Claro que isso poderá fazer com que surjam textos de qualidade, mas também poderá surgir, graças ao “dinheiro” (estou me sentindo socialista), muitos texto de qualidade contestável. O que vai realmente acontecer, eu não consigo nem imaginar nesse momento, mas tem uma grande empresa por trás e acredito eu, que ela tenha competência para administrar algo desse tipo e evitar que esse tipo de problema aconteça.
Uma coisa que não sei como vai ficar e que também não fiz questão de pesquisar sobre é:
Se for permitido alterar um artigo já publicado, o possível lucro vai ficar com quem? Se for para o autor original, não existe a possibilidade de meu texto ser mais completo que o do original? Se para para o ultimo autor, isso não revoltaria o original, considerando que apenas adiciona um ponto em todo o texto?
Seja qual for a resposta, isso pode gerar muita discussão! Talvez o melhor seria uma divisão relativa ao que os autores publicaram, mas isso teria que ser muito bem definido, para evitar possíveis problemas com os artigos e/ou com os autores.
Enfim, uma idéia no mínimo interessante! Se vai dar certo ou não, realmente não sei dizer! Só o tempo poderá (filosófico isso não?), só nos resta esperar e/ou começar a escrever nossos artigos.
Fonte: INFO Online
Tags: artigos, autores, capitalismo, dinheiro, google, knol, lucro, wikipedia
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Por Rapatão
29 de maio de 2008 - 00:02
Hoje, fui dar uma atualizada nos meus feeds, e achei um que dizia que possíveis mensagens vinda de aliens poderia chegar em 2015. O fato é que eles acreditam que não vão receber nenhuma mensagem, de certa forma, ainda bem.
Porém, o engraçado disso é que os japoneses que fizeram isso, quando fizeram, um deles estava bêbado e mandou a fórmula molecular do etanol junto.
No site tem um trecho engraçado:
A parte bizarra dessa história é que, de acordo com o site Gizmodo, Hirabayashi estava bêbado quando teve a idéia de enviar a mensagem. Por causa disso, uma das imagens mostra a fórmula molecular do etanol, os caracteres kanji para “kanpai!” (o brinde “saúde!”) e a palavra em Inglês “toast” (também um brinde). “Provavelmente, os aliens não irão entender essa parte”, disse Hirabayashi.
Agora eu fico pensando, já imaginou se eles traduziram as mensagens e produziram o etanol. Agora imagine eles descendo de uma nave espacial, todos sorridentes, chamando todo mundo de amigão, gritando e dizendo aquelas cantadas manjadas que só um bom bêbado sabe dizer.
Enfim, até 2015 tem um grande tempo e isso se chegar até lá, não, não estou falando do ano e sim da mensagem…
Fonte: Geek
Tags: aliens, bizarro, cerveja, etanol, japoneses
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Por Rapatão
4 de maio de 2008 - 02:05

Suicidas, não busquem ajuda na Internet.
Se você é do tipo que busca qualquer tipo de ajuda na Internet, tom e cuidado, pois você pode acabar ganhando é incentivo. Lendo os artigos da FAPESP, achei um que dizia sobre um estudo dizendo que cerca de 25% dos sites encontrados tinha como foco a prevenção e apoio e desencorajar o ato do suicídio.
Foi notado também que muitos sites descreviam métodos, dor esperada no método e até grau de acerto, ou seja, a probabilidade de morrer ter sucesso com o método. Foi encontrado também fóruns onde são discutidos métodos, com seus prós e contras, salas de bate-papo entre outras coisas.
No finalzinho eles dizem:
“qualquer tentativa de controlar a promoção do suicídio precisa levar em consideração o equilíbrio entre liberdade de expressão, a proteção ao público e a natureza global da internet”
Eu particularmente não me espantei do fato de existir tais conteúdos na Internet e censurar em minha opinião só iria gerar uma motivação extra na proliferação de tal conteúdo. É como aquele velho ditado:
“tudo que é proibido é mais gostoso”
Fonte: Agência FAPESP
Tags: ajuda negativa, censura, suicídio
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